Cozinha

A feijões…

Ocorre no espaço que chamamos imaginação um desejo incompreensível de experimentar. Sem receita, sem destino fixo. Somos levados pelo improviso até às muralhas do impossível. Juntamos o que parece conveniente na medida que achamos lógico e na sequência que esperamos ser racional. Feijão sem pele e amêndoa, quem diria, entornados para uma calda de açúcar e água que ferveu durante 5 minutos. Duas gemas gémeas de ovo que se juntam fora do calor e um regresso rápido ao inferno para engrossar. Massa, massa, sem água que não é preciso, 100g de farinha chega. Manteiga, porque não? mas só uma colher que esta embalagem há de durar até ao natal. Amassar… mas com quê? Humm… com leite de soja que também não fica mal. Fina, estende-a de modo quase a rasgar, na fronteira da transparência. Leva ao forno até a transparência dourar. Aproveita o que resta do recheio antes de saírem do forno, com o dedo ou colher, o que interessa é limpar as bordas antes que arrefeça.

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Um, dois, três, uma dúzia e mais um de brinde porque afinal o natal está há porta. Vês como a transparência compensa… Leva uns quantos, não preciso deles. A mim basta-me esta imagem.

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